quarta-feira, 11 de maio de 2011

Hah, foi maravilhoso!

Domingo foi homenagem às mães na igreja. Bem sei que tudo foi feito com muito amor e carinho, mas eu sinceramente não imaginava como seria maravilhoso. É meu primeiro dia das mães, apesar do Guilherme ainda estar "no meu bucho", mas tenho que dizer o quanto fiquei surpreendida com a delicadeza da festa.

Primeiramente, ao entrarmos no salão, os homens nos recebiam com flashes e palmas. Os próprios irmãos estavam vestidos de garçons, todos iguaizinhos: camisa branca e calça preta. Havia mesas dispostas com cuidado e esmero; muitos comes e bebes espalhados - bolos, pães, frutas e outros mimos. Barquetezinhas de papel decoravam o local, carregando em seu bojo muito biscoitinho amanteigado, pra deixar mamães como eu mais gordinhas.

De tempos em tempos, passava um garçom-irmão com sucos de frutas, café e chocolate quente com canela. Tchau, dieta!!!!

Enquanto enchíamos o pandú, ouvíamos uma irmã dar uma palavra. Quando menos imaginávamos, o palco do salão estava repleto de crianças devidamente vestidas à caráter - black tie e tudo o mais.
O mestre de cerimônias era o Josué, um menininho lindo que deve ter uns oito anos. Ele deu abertura ao musical, feito pelas meninas. Muito brilho e paetê em saias de filó davam o ar da graça nas infantis cinturinhas. Elas cantavam e dançavam, dizendo o quanto somos importantes - para deleite das veteranas madrecitas. Eu, lógico, me desfalecia em lágrimas, alucinada com meu primeiro espetáculo maternal.

Então, a peça foi tomando um tom mais dramático, revelando uma menininha que queria que o pai reconhecesse a Jesus na vida (leia-se: deixasse de ser um vagabundo sem-vergonha, pinguço e mau-caráter). A doce criança adoece e, no leito de morte, pede a seu pai para abandonar as más práticas e voltar-se a Deus.

Marleni e Paollo, que fizeram papel de mãe e pai da menininha doente, realmente encarnaram as personagens e nos fizeram ir ao choro. E também a doce Júlia, que interpretou a criança doente, tinha o especial brilho de Cristo nas carinhas que fazia, levando o público de mães a uma profunda reflexão sobre o papel dos filhos nas nossas vidas, e como os influenciamos na caminhada com Cristo.

Qual não foi minha surpresa ao ver que aquela história era real. Uma irmã subiu ao palco e disse que aquela era sua vida. Que sua filha, aos sete anos de idade e hospitalizada em razão de um tumor, havia pedido ao pai para converter-se a Cristo. Logo depois a criança morreu. O pai da menina, hoje um senhor, teve sua transformação pessoal (aprendeu a virar gente) com este duro golpe. Hoje ele evangeliza em hospitais. Até nas ruas, pois eu mesma já fui alvo de seus panfletos (acho que não tenho cara de crente, não...hehehehe). E olha que esta história tem quase trinta anos!

A mulher contava com amor e lucidez os detalhes dos últimos momentos de sua filhinha. As crianças da igreja choravam com o testemunho real daquela senhora. Foi emocionante ver a demonstração de que o coração destes pequeninos ainda continua sensível.

Imaginem as mães! Nusssssssssssssssss!

Bom, vocês podem dizer que tudo era apelação emocional, e blá blá blá. Contudo, gosto que as coisas gerem reflexão em mim, e a bendita peça gerou. Outra hora eu compartilho desta maravilha.

Fica aqui minha admiração às irmãs que prepararam esta festa com tanto carinho, pregando puramente o Evangelho de Deus em nós.

Jamais vou me esquecer! Foi Magavilha!!!!!

5 comentários:

  1. AHH PARECE TER SIDO LINDO MESMO ! ESPERO QUE NO PRÓXIMO ANO , EU ESTEJA LÁ DO SEU LADO , SEGURANDO GUILHERME NO COLO E COM MEU PRINCIPEZINHO(A) NO BUCHO TBM RSRSRS

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  2. Se Deus quiser, Natali! Vai ser muito bom! Vai ser MAGAvilha!

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  3. Ah, é maravilhoso você estar na plateia como mamãe né? Babando, imaginando Guilherme daqui a alguns anos fazendo pecinha e cantando! *-*
    Com certeza foi maravilhoso esse dia das mães e até que não é mãe se emocionou. De forma alguma, (como foi muito bem colocado por você), esse testemunho é "apelativo" mas é uma marca da Salvação de Jesus que chegou a mais uma família e tem alcançado muitas outras. Glórias a Deus por isso!
    Beijo Rita, mais uma vez parabéns pelo blog!

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